Rio: primeiras poses (IMS-RJ)

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Com imagens dos grandes mestres da fotografia brasileira e de fotógrafos anônimos e amadores que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro durante o Império e as primeiras décadas da República, a mostra inaugura a nova fase de exposições permanentes de acervo na Galeria Marc Ferrez, no IMS-RJ.

 

Avenida Central



Imagem: Av. Central, 1906. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. Foto de Marc Ferrez / Coleção Gilberto Ferrez / Acervo IMS.

 

O IMS-RJ apresenta Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930), como parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

A exposição percorre nove décadas de produção fotográfica no Rio de Janeiro, com fotografias que documentam a cidade no Império, em especial durante o Segundo Reinado de d. Pedro II, e as primeiras quatro décadas da República.

Estarão expostas 450 imagens de fotógrafos como Abraham-Louis Buvelot, Georges Leuzinger, Victor Frond, Augusto Stahl, Revert Henri Klumb, Albert Henschel, Marc Ferrez, Joaquim Insley Pacheco, Hubner e Amaral, Carlos Bippus, Lopes, José dos Santos Affonso, Thiele, W. Kollien, Augusto Malta e Guilherme Santos, todas pertencentes ao acervo do IMS e escolhidas entre cerca de 10 mil imagens desse período. Assim, a mostra inaugura o uso intensivo da Galeria Marc Ferrez, no IMS-RJ, para mostras permanentes de acervo. Muitas das imagens que serão apresentadas nesta exposição nunca foram exibidas antes. Junto com a exposição Um passeio pelo Rio – A cidade nas andanças de Joaquim Manuel de Macedo, a nova mostra compõe as homenagens do Instituto Moreira Salles aos 450 anos do Rio de Janeiro.

Organizada em seis ambientes dispostos em ordem cronológica, a exposição apresentará cerca de 250 fotografias originais, nas paredes e em vitrines, e mais três conjuntos de imagens em estruturas multimídia: espaço de projeção em 2,20 x 9 m, dois mapas interativos comandados por telas touchscreen e dois monitores com 75 fotos estereoscópicas cada, com visualização em 3D. As imagens digitalizadas e as ferramentas de visualização com magnificação oferecerão ao visitante a possibilidade de enxergar detalhes nas fotografias que não seriam facilmente vistos nos originais.

O primeiro núcleo mostra os primeiros processos fotográficos iniciais realizados no Rio de Janeiro, que conheceu a fotografia por meio da daguerreotipia, já em janeiro de 1840. Os retratos de estúdio em daguerreótipo predominam neste período.

Dois ambientes dedicados ao período que vai da década de 1850 à década de 1890, com fotos de StahlLeuzingerKlumb, Frond e Ferrez, revelam a memória de uma paisagem urbana e traços de uma arquitetura estruturada ainda no período colonial e desenvolvida com maior intensidade depois da chegada da família real portuguesa em 1808. Nos demais ambientes, a exposição apresenta imagens que mostram as mudanças e reformas urbanas promovidas no início do século XX, em particular durante a administração Pereira Passos (1902-1906), com a construção da avenida Central, a inauguração da avenida Beira-Mar em direção à Glória, ao Catete, ao Flamengo e a Botafogo e a obras de melhoramento do porto do Rio de Janeiro e do canal do Mangue, entre outras. Essas ações foram registradas em particular por Augusto Malta, fotógrafo a serviço da prefeitura e de empresas como a Light, que incorpora em suas imagens tanto a cidade como sua população durante a transformação radical do “bota-abaixo” representado pela abertura da avenida Central e a posterior remoção do morro do Castelo.

Marc Ferrez, único entre os fotógrafos reunidos na mostra a atravessar os dois séculos, realiza sua grande e última obra com o Álbum da avenida Central, que estará destacado em um dos núcleos da exposição. Ferrez e Malta construiriam, com seus trabalhos, o principal legado da fotografia para a memória da cidade na passagem do século XIX para o XX.

Panorama do Rio de Janeiro



Imagem: Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro Nova Cintra, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. Foto de Marc Ferrez / Coleção Gilberto Ferrez / Acervo IMS.


Os principais avanços tecnológicos do período, como o transporte urbano e a iluminação pública, o automóvel, o início da aviação, a mudança na relação das pessoas com a própria imagem fotográfica, também estarão presentes nas imagens da mostra, assim como a redescoberta da fotografia estereoscópica entre amadores e profissionais, o que se vê no trabalho de Guilherme Santos, e retratos de personalidades da vida da cidade, como d. Pedro II, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Machado de Assis, Pereira Passos, Ernesto Nazareth, entre outros.

A exposição segue até a década de 1930 que, com o fim da velha República, inaugura o período de modernidade, de industrialização e de urbanização que levariam a cidade a ser o que é hoje. Assim, a mostra antecipa as transformações que as próximas décadas trariam, como o crescimento da cidade em direção à zona Sul e às praias, que precedeu a expansão em direção à zona Oeste (Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Santa Cruz). Imagens de Copacabana e Ipanema, entre 1900 e 1930, revelam os primeiros movimentos em direção à construção de uma nova cultura na cidade associada às praias oceânicas, que tanto marcaria a vida dos moradores do Rio ao longo do século XX.

 

Ver o site oficial do aniversário de 450 anos do Rio de Janeiro

A exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) faz parte das comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

 

Exposições

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

Ver todos os eventos

Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

Mais detalhes

Textos da exposição

 

Texto de abertura da exposição Rio: primeiras poses

 

O Rio a partir da chegada da fotografia (1840-1930)

 

Em 19 de agosto de 1839, a França anunciou ao mundo a invenção da daguerreotipia, processo fotográfico desenvolvido por Louis-Jacques-Mandé Daguerre e Joseph-Nicéphore Niépce. Inaugurava-se, então, uma nova linguagem – a fotografia. Em 16 de janeiro de 1840, a daguerreotipia chegou ao Rio de Janeiro, por meio dos registros realizados no largo do Paço por Louis Compte, abade da corveta francesa Oriental. A partir de então, o campo da representação visual da paisagem urbana do Rio de Janeiro e de seus habitantes sofreu profundas transformações.


Vista a partir do Corcovado de Botafogo, Flamengo e Urca, Rio de Janeiro, c. 1885. Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles 


Nos primeiros 15 anos, a daguerreotipia foi um processo predominantemente voltado para o retrato, nos estúdios fotográficos estabelecidos na cidade. A partir do início da década de 1850, o desenvolvimento de novos processos fotográficos, especialmente o negativo em colódio sobre vidro e a fotografia em papel albuminado, permitiu a expansão da fotografia e de suas múltiplas aplicações. Tanto a fotografia de paisagem quanto o retrato passaram a poder ser realizados em suporte papel e em múltiplas cópias, agora possíveis por meio do processo negativo/positivo.

 

Composta por 450 imagens do Rio de Janeiro e de seus habitantes, Rio: primeiras poses reúne imagens de grandes mestres da fotografia brasileira e de fotógrafos anônimos e amadores que construíram a representação fotográfica do Rio de Janeiro durante o Segundo Reinado e nas primeiras quatro décadas da República.

 

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro, c. 1865 Albumina. Augusto Stahl/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles  

 

Nas fotografias das décadas de 1850 e 1860, a memória de uma paisagem urbana e de traços de uma arquitetura que se estruturou ainda no período colonial está presente e pode ser conferida nas fotografias de Augusto Stahl, Revert Henry Klumb, Victor Frond, Georges Leuzinger, Marc Ferrez e outros fotógrafos que documentaram a cidade nessa época.

 

Marc Ferrez estabelece-se comercialmente em 1867, e, a partir de meados dos anos 1870, passa a ser o principal nome da fotografia de paisagem e da documentação urbana no Rio de Janeiro. Em 1879, ele adquire um equipamento panorâmico de varredura, a câmera Brandon, que permite que se faça uma fotografia em 180 graus em chapas de vidro de grande formato. Único fotógrafo no país a realizar imagens nessa técnica, Ferrez consolida seu trabalho de fotografia de paisagem e de arquitetura entre as décadas de 1880 e 1910, realizando sua grande e última obra com a publicação do Álbum da Avenida Central.

 


Avenida Central na altura da Rua do Ouvidor, com rua Miguel Couto, Rio de Janeiro, c. 1906. Negativo de Vidro. Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles

A exposição também apresenta imagens que mostram as mudanças e as reformas urbanas promovidas no início do século XX, em particular na administração Pereira Passos (1902-1906), como a construção da Avenida Central, a inauguração da Avenida Beira Mar em direção à Glória, ao Catete, ao Flamengo e a Botafogo, as obras de melhoramento do porto do Rio de Janeiro e do Canal do Mangue, entre outras. Essas ações são registradas em particular por Augusto Malta, fotógrafo a serviço da Prefeitura e de empresas como a Light, que incorpora em suas imagens tanto a cidade como seus habitantes durante o popularmente denominado “bota-abaixo”, representado pelas obras de abertura da avenida Central e a posterior remoção do morro do Castelo.

 

Ferrez e Malta construíram com seus trabalhos o principal legado da fotografia para a memória da cidade na passagem do século XIX para o XX. Os principais avanços tecnológicos desse período estão representados na exposição, como o transporte urbano e a iluminação pública − totalmente reformulados com a chegada da energia elétrica −; o automóvel; o início da aviação; a mudança na relação das pessoas com a própria imagem fotográfica, que evolui para o cinema; as revistas ilustradas e o início do fotojornalismo; a redescoberta da fotografia estereoscópica entre amadores e profissionais − como no trabalho de Guilherme Santos −; e a própria fotografia amadora, que lança as bases para uma verdadeira revolução de linguagem, materializada hoje nas tecnologias digitais e nas câmeras em celulares a serviço de uma nova etapa da comunicação visual na sociedade contemporânea.

 


Vista aérea do Rio de Janeiro, da praça Mauá para a zona sul, tendo ao fundo o Pão de Açúcar, c. 1929. Augusto Malta/Coleção Brascan Cem Anos no Brasil/Acervo Instituto Moreira Salles

 

Por meio das imagens expostas, é possível acompanhar o processo de transformação no país e na cidade desde a chegada da fotografia ao Rio de Janeiro, pouco antes da posse de d. Pedro II como imperador, aos 15 anos, em 1841, até a revolução de 1930, movimento que abriu as portas para as mudanças econômicas, sociais e políticas que lançaram o país na modernidade. A cidade de hoje é marcada significativamente pelos elementos da vida social e econômica do país nesse período. O crescimento em direção à zona sul, por exemplo, registrado em imagens de Copacabana e Ipanema entre 1900 e 1930, indicam os primeiros movimentos rumo à construção de uma nova cultura na cidade, associada às praias oceânicas, que tanto marcaria os hábitos e a vida dos moradores do Rio ao longo do século XX.

 

No ano em que o Rio de Janeiro comemora 450 anos, Rio: primeiras poses apresenta fotografias, negativos, álbuns e estereoscopias originais, associadas a imagens digitalizadas a partir do acervo do Instituto Moreira Salles. São imagens que servem não só como uma homenagem aos fotógrafos que, com seus registros, nos deixaram vistas e poses de um período tão decisivo para a cidade, mas também como um convite à imersão na paisagem e na vida da então cidade de d. Pedro II, Machado de Assis, Chiquinha Gonzaga, Pereira Passos, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, João do Rio e tantos outros que aqui viveram.

 

Instituto Moreira Salles

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

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Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

Mais detalhes

Convites para a abertura da exposição


Vídeos mostram detalhes de duas fotos de Marc Ferrez que integram a exposição.

 

Avenida Central


Imagem: Av. Central, 1906. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. Foto de Marc Ferrez / Coleção Gilberto Ferrez / Acervo IMS.

 

Panorama do Rio de Janeiro


Imagem: Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro Nova Cintra, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ - Brasil. Foto de Marc Ferrez / Coleção Gilberto Ferrez / Acervo IMS.

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

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Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

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Trilha sonora

 

Coube à coordenadora de Música do IMS, Bia Paes Leme, montar a trilha sonora de um dos destaques da exposição Rio: primeiras poseso filme com uma sequência de fotos projetadas numa tela de 9m x 2,20m e que permite ao espectador ver detalhes das imagens.

 

Ernesto Nazareth (1863-1934), cujo acervo está sob a guarda do IMS, foi uma escolha coerente com o período que a exposição abrange: 1840 a 1930. E Bia selecionou sete composições de modo a criar um percurso: as valsas iniciais acompanham as fotos mais abertas, que sugerem mais silêncio e suavidade. À medida que as fotos vão descendo rumo às ruas da cidade e ao movimento das pessoas, aceleram-se os andamentos, com um tango brasileiro e três polcas.

 

Os dois pianistas se apresentam no IMS-RJ em 26 de março de 2015, às 20h, tocando peças de Nazareth que ganharam de Radamés Gnattali arranjos para dois pianos. Ouça na Rádio Batuta as sete composições selecionadas.

 

Ernesto Nazareth aos 63 anos, 1926. Rio de Janeiro, RJ – Brasil. Coleção Luiz Antonio de Almeida

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

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Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

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Eventos

 

Visitas mediadas

As visitas agendadas e espontâneas são mediadas por educadores e oferecidas gratuitamente e regularmente nas três sedes do IMS.

Visitas agendadas

De terça a sexta, em horário a ser agendado.

Voltadas para escolas, universidades públicas e privadas e para grupos em geral (a partir de 5 anos de idade) com agendamento prévio.

Visitas espontâneas

De terça a sábado, às 17h.

Voltadas para grupos em geral (a partir de 5 anos de idade) ou pessoas desacompanhadas, sem necessidade de agendamento prévio. O ponto de encontro é a recepção da casa.

Mais informações sobre as visitas

 


 

Eventos anteriores

Abertura da exposição

28 de fevereiro de 2015, a partir de 18h.

 

Visita guiada 

20 e 27 de fevereiro de 2016, às 17h.
Com os curadores Sergio Burgi e Mariana Newlands. 

 

28 de fevereiro de 2015, às 19h.
Com Sergio Burgi, curador da exposição e coordenador de Fotografia do IMS.

 

Conversas na galeria

A série Conversas na galeria promove o encontro de críticos, professores e especialistas com o público nos espaços expositivos do IMS, estimulando o debate em contato direto com as obras de arte. Evento gratuito, sujeito à lotação.

Sergio Burgi
5 de maio, terça-feira, às 17h |  Local: IMS-RJ 

Sergio Burgi é Coordenador de Fotografia do Instituto Moreira Salles e curador da exposição Rio: primeiras poses.

 

Joaquim Marçal Ferreira de Andrade
25 de junho, quinta-feira, às 17h  |  Local: IMS-RJ 

Joaquim Marçal Ferreira de Andrade é pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional, mestre em design pela PUC-Rio, doutor em História Social pelo IFCS-UFRJ e professor de fotografia na PUC-Rio.

 

Maria Inez Turazzi
23 de julho, quinta-feira, às 17h  |  Local: IMS-RJ 

JMaria Inez Turazzi é historiadora e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela USP. Seus estudos se concentram na área de Artes, com ênfase em história da fotografia e história do Rio de Janeiro, iconografia brasileira e preservação do patrimônio no Brasil.

 

Margareth da Silva Pereira
22 de agosto, sábado às 17h |  Local: IMS-RJ  

Margareth da Silva Pereira é arquiteta, urbanista, historiadora e professora do PROURB - Programa de Pós-graduação em Urbanismo da FAU-UFRJ. Seus estudos tratam de arquitetura, urbanismo e paisagismo, com foco no Rio de Janeiro.

 

Jorge Luiz Barbosa
24 de setembro, quinta-feira, às 17h  |  Local: IMS-RJ 

Jorge Luiz Barbosa é geógrafo, doutor em Geografia, professor da Universidade Federal Fluminense e fundador do Observatório de Favelas.

 

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

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Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca - Classificação livre
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

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Mais

 


POR DENTRO DO ACERVO DO IMS

A fotografia amadora e a estereoscopia na passagem do século XIX para o XX

A simplificação do processo de produção de negativos e fotografias sobre papel, com a introdução das emulsões fotográficas de gelatina/prata, aliada ao fato de que estas mesmas emulsões de gelatina aumentavam significativamente a sensibilidade à luz dos materiais fotográficos, fez com que a partir de meados dos anos 1880 diversos novos usos e aplicações surgissem no campo da fotografia, entre eles, a fotografia amadora, com a introdução da câmera Kodak em 1888. 

 

 


POR DENTRO DO ACERVO DO IMS

Álbuns do Rio

Italiana de Florença, a arquiteta Maria Pace Chiavari elegeu o Rio de Janeiro o centro de seus estudos. Ela analisa o papel da fotografia nas mudanças ocorridas no Rio do início do século XX. Três álbuns são a matéria-prima, sendo um deles o “Avenida Central 8 de Março de 1903 – 15 de Novembro de 1906”, de Marc Ferrez, presente na exposição Rio: Primeiras poses. 

 

 


POR DENTRO DO ACERVO DO IMS

O passado aos olhos do presente

Rio: primeiras poses permite, em três pontos da exposição, que imagens do passado sejam observadas com recursos do presente. O desenvolvimento do projeto coube à SuperUber, produtora especializada em design de experiências que misturam arte e tecnologia.

 

 


POR DENTRO DO ACERVO DO IMS

A cidade em direção a Copacabana e Ipanema: transição para a modernidade

As três primeiras décadas do século XX foram marcadas por transformações profundas na política, na economia e na cultura, em um processo que culminaria na revolução de 1930, que abriu as portas para a modernidade e a contemporaneidade do país. Essas transformações do início do século XX foram seguidas por avanços nas comunicações e na própria linguagem da fotografia.

 

Exposição Rio: primeiras poses - Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930) 

Visitação: 28 de fevereiro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Curadoria de Sergio Burgi e Mariana Newlands.

Audioguia gratuito disponível na recepção.


Parte da programação especial dedicada aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Imagem no alto: Copacabana, atual Posto 6, com o Morro Dois Irmãos ao fundo, c. 1895. Detalhe de foto de Marc Ferrez / acervo IMS.



EVENTOS

Visita guiada, gratuita, com os curadores, Sergio Burgi e Mariana Newlands. 
20 e 27 de fevereiro de 2016, sábados, às 17h.

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Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

De terça a domingo, das 11h às 20h
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Outras exposições

Um passeio pelo Rio (IMS-RJ)

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Brasília: Fotografias de Jorge Bodanzky (Espaço Itaú de Cinema - SP)

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Otto Stupakoff: beleza e inquietude (IMS-RJ)

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Anri Sala: o momento presente (IMS-RJ)

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Millôr: obra gráfica (IMS-RJ)

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Meus caros amigos - Augusto Boal - Cartas do exílio (IMS-RJ)

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Modernidades fotográficas, 1940-1964 (IMS-RJ)

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Do arquivo de um correspondente estrangeiro: fotografias de Luciano Carneiro (IMS-Poços de Caldas)

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No meio do Rio, entre as árvores: a Amazônia de Jorge Bodanzky (MIS-SP)

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Marcel Gautherot – Brésil: tradition, invention (Paris - MEP)

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Haruo Ohara: Fotografias (Japão)

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Rio, papel e lápis (IMS-RJ)

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David Drew Zingg: imagem sobre imagem (IMS - Poços de Caldas)

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Fotografia de domingo (IMS - Poços de Caldas)

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Marcel Gautherot – o jubileu no santuário (Tiradentes - MG)

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Claudia Andujar: no lugar do outro (IMS-RJ)

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Alice Brill: impressões ao rés do chão (IMS-SP)

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Emancipação, inclusão e exclusão (IMS - Poços de Caldas)

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Arvoressências (IMS-Poços de Caldas)

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William Eggleston, a cor americana (IMS-RJ)

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Modernidades: fotografia brasileira 1940-1964 (Círculo de Belas-Artes de Madri - Espanha)

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David Drew Zingg: imagem sobre imagem (IMS-SP)

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Geraldo de Barros e a fotografia (Sesc Belenzinho - SP)

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Olhar e desenhar (IMS Poços de Caldas)

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Geraldo de Barros e a fotografia

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Face andina - fotografias de Martín Chambi

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Luz, cedro e pedra – Esculturas do Aleijadinho fotografadas por Horacio Coppola

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O Estúdio Fotográfico Chico Albuquerque

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Em 1964

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Richard Serra: desenhos na casa da Gávea

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Fotografias de Mauro Restiffe

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Panoramas: a paisagem brasileira no acervo do IMS

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Robert Polidori: Fotografias

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Mira Schendel, pintora

Raphael e Emygdio: Dois modernos no Engenho de Dentro

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William Kentridge: Fortuna

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Lugar nenhum

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