Em 1964

Em 1964

O Instituto Moreira Salles está dedicando parte de sua programação em 2014 para tratar dos 50 anos do golpe que instalou a ditadura militar no Brasil. A exposição Em 1964 propõe uma imersão neste momento decisivo para o país a partir do ponto de vista de artistas e intelectuais cujos acervos estão sob a guarda do IMS ou que têm vínculos diretos com suas atividades. 

O espectador explora os fatos culturais do período por meio de obras marcantes da literatura, da fotografia, do cinema e da música presentes nos acervos do IMS. 

A mostra exibe fotografias do cineasta Jorge Bodanzky, feitas em Brasília na época do golpe militar, mas traz também também fotos de Chico Albuquerque e Henri Ballot documentando o cotidiano: feiras, supermercados e outros costumes da vida diária dos brasileiros. Outro destaque da fotografia é um ensaio inédito em espaços expositivos da fotógrafa Maureen Bisilliat sobre Iemanjá. 

Monitores de vídeo exibem trechos do documentário Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho, produzido em 1964 e que, por conta da repressão militar, só pôde ser finalizado nos anos 1980. A Coleção DVD do Instituto Moreira Salles lançou o filme em cópia restaurada e com dois extras preparados especialmente para a edição. 

A Caravana Farkas, projeto do fotógrafo Thomaz Farkas que reuniu jovens cineastas para documentar a cultura popular brasileira nos anos 1960, também está presente na exposição, com fotos da equipe e a exibição de Viramundo, documentário de Geraldo Sarno. 

Pode ser ouvida uma seleção musical que conta com Tom Jobim, Baden Powell, Nara Leão, Ernesto Nazareth, Radamés Gnattali e outros. Há um espaço dedicado ao Zicartola, restaurante-bar comandado por Cartola e sua mulher Zica que virou sensação, tornou-se um precursor das casas de samba e apresentou pela primeira vez nomes como Paulinho da Viola. 

O ano de 1964 também teve a publicação de dois dos livros mais importantes da escritora Clarice Lispector, A paixão segundo G.H. e A legião estrangeira. Outro livro que marca o período é O braço direito, romance muito discutido e pouco lido de Otto Lara Resende, que o reescreveria pelo resto da vida. A exposição apresenta os originais, sendo os de Clarice pertencentes ao próprio acervo da escritora. E traz dois datiloscritos de Otto, nos quais ele explica como teve a ideia de escrever o livro. 

Outro destaque são duas paredes dedicadas às oito capas e contracapas da revista Pif-paf, comandada por Millôr Fernandes. Outros monitores mostram entrevistas do programa Roda Viva com a escritora Rachel de Queiroz, em que ela fala sobre seu apoio ao golpe militar. 

A programação Em 1964 ainda apresenta mensalmente, na sala de cinema do IMS, filmes que estavam em cartaz no Brasil naquele ano. 

A ideia de imersão se desdobra no site Em 1964. Durante todo o ano, imagens, textos de época e outros especialmente escritos para o site completam a experiência numa espécie de túnel do tempo para o ano do golpe.

 

Exposições

Exposição
Em 1964
Exposição: de 9/2/2014 a 4/1/2015
 
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca

Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400
 
 
Mais detalhes

O golpe, hora a hora

 

Para relembrar o passo a passo do golpe de estado que derrubou o governo de João Goulart e instalou a ditadura militar no Brasil em 1964, o perfil do IMS no Twitter reproduziu, na sequência original, os fatos mais importantes de 31 de março e 1º de abril de 1964, dois dias que mudaram a história do Brasil.


Preparados pela Ficheiro Pesquisa, sob a coordenação de Patricia Pamplona, os tweets foram compilados a partir de cinco fontes, representadas por códigos:
(EG) A ditadura envergonhada, Elio Gaspari. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
(HS) 1964: golpe ou contragolpe, Hélio Silva. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
(RS) O verão do golpe, Roberto Sander. Rio de Janeiro: Maquinária Editora, 2013.
(JB) Jornal do Brasil de 1º de abril de 1964.
(FF) Revista Fatos e Fotos, abril de 1964.

 

 

31 DE MARÇO

 

6h: O General Mourão, da 4ª Região Militar de Juiz de Fora, se rebela com apoio do Governador de MG, Magalhães Pinto. (EG)

 

6h30: Junto a Mourão, o General Guedes, comandante da Infantaria Divisionária de Belo Horizonte, também adere ao golpe. (EG)

 

8h: O General Amaury Kruel, do II Exército, se diz fora: “Isso não passa de uma quartelada do sr. Mourão”. (EG)

 

10h: Espalha-se a notícia da insurreição. Castello Branco sai de sua casa em Ipanema em direção ao Ministério da Guerra, no Centro. (EG)

 

11h: Lincoln Gordon, embaixador dos EUA no Brasil, pede a Washington para acionar a Operação Brother Sam. (RS)

 

12h: Tropas de apoio a Jango saem do Rio e Petrópolis rumo a Juiz de Fora. (EG)

 

13h: Mourão e Guedes desmentem notícia de que estão rebelados. (EG)

 

13h: Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (EsCEME), no forte da Urca, sem aulas. Oficiais estimulados a procurar seus postos de combate. (EG)

 

13h30: Ademar de Barros, governador de São Paulo, fala em “temporal”: “só haverá um, longo. Depois virá a bonança, favorável ao povo e à nação”. (JB)

 

14h: JK vai ao Palácio Laranjeiras propor a João Goulart medidas para conter golpe. (RS)

 

14h: Formada a guarda para proteger Castello Branco no Ministério da Guerra, no Centro da cidade. Foi a maior movimentação de tropas golpistas. (EG)

 

15h: Magalhães Pinto, governador de Minas Gerais, lança manifesto a favor do golpe. (JB)

 

15h30: Apesar da tensão, retirada de Castello Branco do Ministério de Guerra termina sem conflitos. (EG)

 

16h: Carlos Lacerda, governador da Guanabara, diz que confia nas forças armadas, e afirma que, mais do que nunca, o país está entregue a elas. (JB)

 

16h30: General Peri Beviláqua também vai ao Palácio Laranjeiras aconselhar João Goulart. (RS)

 

17h: Ruas de Botafogo, Laranjeiras e Flamengo bloqueadas por caminhões do governo. (RS)

 

17h30: Tropas mineiras golpistas, chefiadas pelo general Muricy, chegam na estação Paraibuna. (EG)

 

18h: Panfletos caem dos céus em Juiz de Fora: Jango confiando nas tropas legalistas e Jair Dantas, Ministro da Guerra, em apoio ao presidente. (EG)

 

18h30: Gal. Kruel telefona e pede a Jango para se afastar do cerco de “forças populares”. (HS)

 

19h: Arthur Virgílio, líder do governo, discursa no Senado: “Nós vamos pagar pra ver!” (EG)

 

21h30: Kruel pede novamente a Jango para romper com esquerda, que responde negativamente: “Eu não abandono meus amigos.” (EG)

 

22h: Kruel adere aos golpistas. (EG)

 

0h: Kruel lança proclamação: “O II Exército (…) acaba de assumir atitude de grave responsabilidade com objetivo de salvar a pátria em perigo.” (HS)

 

 

01 DE ABRIL

 

3h: IV Exército, de Pernambuco, lança manifesto de apoio aos golpistas. (HS)

 

5h: II Exército, comandando por Kruel em São Paulo, parte rumo ao Rio de Janeiro. (Horário estimado)

 

6h: Editorial “Fora!”, do Correio da Manhã. Todos os grandes jornais prestam apoio ao golpe, com exceção do Última Hora. (RS)

 

8h: Lançado o Manifesto dos Generais da Guanabara, assinado por Costa e Silva e Castello Branco, pedindo a união do Exército contra Jango. (EG)

 

10h: Ademar de Barros anuncia a abertura do voluntariado para a Revolução Paulista. (FF)

 

11h: Lacerda, ao telefone com uma cadeia de emissoras de Minas, clama: “Ajudem o governo da Guanabara!” (HS)

 

12h: O Coronel Montagna invade o forte de Copacabana, um dos pontos de apoio do governo. (FF)

 

12h30: Jair Dantas, Ministro da Guerra, rompe com João Goulart. (EG)

 

12h45: Aconselhado pelo General Âncora, Jango parte para Brasília. (EG)

 

13h: Em Pernambuco, IV Exército cerca Miguel Arraes. (EG)

 

14h: Tropas do I Exército, de apoio a Jango, e II Exército, golpista, frente a frente na divisa entre Rio e São Paulo. (FF)

 

15h: O general Âncora, do I Exército, chega à Academia Militar das Agulhas Negras para encontro com Kruel. (EG)

 

15h30: Na Cinelândia, estudantes que protestam contra o golpe confrontam pelotões da PM. (HS)

 

16h: Após saída de João Goulart, tanques que guardavam o Palácio Laranjeiras agora partem ao apoio do Palácio Guanabara. (EG)

 

16h30: Lacerda, aos prantos, fala com a TV Rio: “Obrigado, meu Deus!” (EG)

 

17h: Em São Paulo, a notícia da queda de João Goulart chega sob chuva de papel picado, fogos e vivas. (FF)

 

17h30: João Goulart e aliados redigem documento para declaração ao povo, dizendo que “lutaria enquanto lhe restassem forças”. (HS)

 

17h45: Castello Branco vai ao forte de Copacabana, onde recebe homenagens com salva de tiros. (EG)

 

18h: A Associação dos Marinheiros e Fuzileiros, o Clube dos Sargentos e diversos sindicatos são depredados. (HS)

 

18h30: Uma chuva de papel picado toma conta do céu carioca. (EG)

 

19h: A União Nacional dos Estudantes é incendiada por civis favoráveis ao golpe. O jornal Última Hora também é depredado. (FF)

 

22h30: João Goulart decola de Brasília rumo a Porto Alegre. (EG)

 

23h: Auro de Moura Andrade, presidente do Senado, declara vaga a presidência da República. (EG)

 

 

MAIS

Para acompanhar a reconstituição, a Rádio Batuta apresenta um registro raro, também recuperado pela equipe da Ficheiro: um trecho de um programa feito pela Rádio Jornal do Brasil no final de 1964 recordando, em tom triunfalista, o golpe militar. Segundo o texto da emissora, a população saiu às ruas para “dar graças a Deus pela derrota do comunismo”.

Exposição
Em 1964
Exposição: de 9/2/2014 a 4/1/2015
 
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca

Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400
 
 
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Vídeos

 

Show Opinião

Em 11 de dezembro de 1964, o show Opinião estreou no Teatro de Arena, em Copacabana, em confronto aberto com a ditadura militar. O IMS refez o espetáculo 50 anos depois como um dos destaques da programação de "Em 1964".

 

Ensaio

 

Show

 

 

Eduardo Coutinho

Em 29 de março de 2014, aconteceu no IMS-RJ o lançamento do DVD Cabra marcado para morrer. O evento estava previsto bem antes de, em 2 de fevereiro, o cineasta Eduardo Coutinho ser assassinado por seu filho. O fato trágico apareceu na conversa entre Eduardo Escorel e Zelito Viana, mediados por José Carlos Avellar.

 

 

Golpe de vista

Em 27 de março de 2014, o IMS-RJ sediou o evento Golpes de vista, com o professor de literatura brasileira da USP e crítico literário Augusto Massi. O professor traçou paralelos entre os romances "O braço direito" (1963), de Otto Lara Resende, e "A paixão segundo G.H." (1964), de Clarice Lispector, tendo como pano de fundo o quadro politico de 1964.

Exposição
Em 1964
Exposição: de 9/2/2014 a 4/1/2015
 
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca

Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400
 
 
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Eventos

 


Golpe de vista - 1964 sob a perspectiva de Clarice e Otto

Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro
27 de março de 2014
Em palestra no IMS do Rio, crítico literário Augusto Massi traça paralelo entre romances de Clarice Lispector e Otto Lara Resende publicados em 1964 sob o pano de fundo do golpe militar.

Exposição
Em 1964
Exposição: de 9/2/2014 a 4/1/2015
 
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca

Local

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400
 
 
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